Proposta comercial, diagnóstico inicial, apresentação executiva, status de projeto, kickoff de cliente, síntese de pesquisa e recomendação final. Cada prompt com campos para preencher com o seu contexto.
Resposta direta
Os melhores prompts de IA para consultores não pedem 'como fazer uma apresentação bonita'. Eles fornecem: o problema do cliente, as hipóteses levantadas, o perfil do decisor e as restrições do projeto. Com esse nível de detalhe, a IA age como um analista sênior que ajuda a estruturar raciocínio e sintetizar informação na hora que você mais precisa.
Neste guia você encontra 12 prompts para as situações mais recorrentes na rotina de consultor: estruturar uma proposta comercial vencedora, conduzir diagnóstico de cliente com hipóteses claras, montar apresentação na estrutura piramidal, comunicar desvio de projeto sem perder a confiança do cliente, facilitar workshop de kickoff e transformar pesquisa qualitativa em recomendação executiva. Cada prompt tem campos entre [colchetes] para preencher com o seu contexto antes de usar.
Os prompts
Quando usar: Para estruturar uma proposta de consultoria que vende pela clareza do diagnóstico e do resultado, não pelo volume de páginas.
O que preencher: Preencha: [PROBLEMA_QUE_O_CLIENTE_TEM] (como ele descreveu, não como você interpreta), [RESULTADO_QUE_ELE_QUER] (o destino, não o avião), [SOLUCAO_QUE_VOCE_PROPOE], [PRECO_E_PRAZO], [PERFIL_DO_DECISOR] (orientado a resultado, avesso a risco, foca em processo?).
Você é um consultor sênior com histórico de propostas aprovadas que sabe que cliente não compra consultoria, compra certeza de resultado. Estruture a proposta abaixo. Problema do cliente: [PROBLEMA_QUE_O_CLIENTE_TEM] Resultado que ele quer: [RESULTADO_QUE_ELE_QUER] Solução proposta: [SOLUCAO_QUE_VOCE_PROPOE] Preço e prazo: [PRECO_E_PRAZO] Perfil do decisor: [PERFIL_DO_DECISOR] Estruture a proposta com: 1. O problema: descrito na linguagem do cliente, mostrando que você entendeu antes de propor 2. Custo da inação: o que acontece em 6 a 12 meses se o problema não for resolvido (urgência sem alarme) 3. Sua abordagem: o método em linguagem clara, por que funciona para este problema específico 4. Entregáveis e marcos: o que o cliente recebe em mãos em cada fase do projeto 5. Investimento como ROI: preço apresentado em relação ao valor gerado, não como custo isolado 6. Por que você (não genérico: o que você traz que o concorrente não traz para este problema específico) 7. Próximos passos simples: o que o cliente faz para dizer sim e quando começa 8. Como adaptar cada seção para o perfil deste decisor específico Regra: proposta que começa pelo "o que vamos fazer" perde para proposta que começa pelo "o que você vai ganhar". O cliente compra o destino, não o itinerário.
Quando usar: Para estruturar o diagnóstico de um cliente nas primeiras semanas do projeto de forma que as hipóteses guiem as perguntas certas, não as perguntas aleatórias.
O que preencher: Preencha: [PROBLEMA_DECLARADO_PELO_CLIENTE] (o que ele disse que está errado), [CONTEXTO_DA_EMPRESA] (setor, tamanho, momento), [DADOS_JA_DISPONIVEIS] (o que você já sabe ou conseguiu antes de começar).
Você é um consultor experiente que sabe que diagnóstico sem hipótese é coleta aleatória de dados. Estruture o diagnóstico do cliente abaixo. Problema declarado: [PROBLEMA_DECLARADO_PELO_CLIENTE] Contexto da empresa: [CONTEXTO_DA_EMPRESA] Dados já disponíveis: [DADOS_JA_DISPONIVEIS] Produza: 1. Reframing do problema: o problema declarado pelo cliente costuma ser sintoma; qual é o problema real que pode estar por trás? 2. Árvore de hipóteses: 3 a 5 hipóteses sobre as causas raízes, organizadas por área (estratégia, operação, pessoas, tecnologia, mercado) 3. Para cada hipótese: o que seria verdade se ela for a causa real (o que você precisaria encontrar nos dados) 4. Prioridade de investigação: qual hipótese validar primeiro e por quê (impacto esperado versus facilidade de confirmar) 5. Fontes de dado: onde buscar evidência para cada hipótese (entrevistas, análise de dados, benchmarks, observação) 6. O que não investigar agora: o que pode ser distração e deve esperar a hipótese principal ser validada Regra: o cliente raramente sabe o problema real; sabe o sintoma que dói mais. Hipótese é o que transforma coleta de dado em diagnóstico.
Quando usar: Para montar uma apresentação para alta liderança que comunica a mensagem principal nos primeiros 2 minutos, não nos últimos 2.
O que preencher: Preencha: [MENSAGEM_PRINCIPAL] (em 1 frase: o que o público deve decidir, aprovar ou entender ao sair), [ARGUMENTOS_DE_SUPORTE] (2 a 4 razões que sustentam a mensagem principal), [DADOS_OU_EVIDENCIAS_DISPONIVEIS], [TEMPO_DE_APRESENTACAO] e [PERFIL_DO_PUBLICO].
Você é um especialista em comunicação executiva com formação em Minto Pyramid Principle. Estruture a apresentação abaixo. Mensagem principal: [MENSAGEM_PRINCIPAL] Argumentos de suporte: [ARGUMENTOS_DE_SUPORTE] Dados e evidências: [DADOS_OU_EVIDENCIAS_DISPONIVEIS] Tempo de apresentação: [TEMPO_DE_APRESENTACAO] Perfil do público: [PERFIL_DO_PUBLICO] Produza: 1. Estrutura piramidal: mensagem principal no topo, argumentos de suporte no segundo nível, dados no terceiro 2. Slide de abertura: como entregar a mensagem principal nos primeiros 60 segundos sem contexto excessivo 3. Roteiro de cada slide: título da mensagem (não tema), dado principal e o que o público deve pensar ao ver 4. Transição entre argumentos: como ligar um argumento ao seguinte de forma fluida 5. Slide de encerramento: a decisão ou próximo passo que você quer do público (não "obrigado" ou resumo) 6. Respostas para as objeções prováveis deste público específico 7. O que cortar se o tempo for menor que o planejado (o que é acessório) Regra: apresentação que guarda a conclusão para o final assume que o público vai ter paciência e contexto. Executivos não têm. Comece pela conclusão, depois mostre por que é verdade.
Quando usar: Para comunicar que o projeto está com desvio de prazo, escopo ou risco de forma que o cliente confie mais, não menos, no seu profissionalismo.
O que preencher: Descreva: [O_DESVIO] (o que mudou em relação ao planejado e por quê), [IMPACTO_NO_PROJETO] (prazo, custo, escopo), [O_QUE_ESTA_SENDO_FEITO] para corrigir, [O_QUE_VOCE_PRECISA_DO_CLIENTE] (decisão, recurso, aprovação).
Você é um consultor sênior que sabe que o que mata confiança não é o problema, é a surpresa. Estruture a comunicação de status abaixo. O desvio: [O_DESVIO] Impacto no projeto: [IMPACTO_NO_PROJETO] O que está sendo feito: [O_QUE_ESTA_SENDO_FEITO] O que precisa do cliente: [O_QUE_VOCE_PRECISA_DO_CLIENTE] Produza: 1. Abertura direta: o que aconteceu em 2 frases (sem longa introdução positiva que retarda a informação que importa) 2. Contexto: por que o desvio aconteceu (sem desculpa, com causa real) 3. Impacto claro: o que muda para o cliente em termos concretos (prazo, entregável, custo) 4. Plano de mitigação: o que você está fazendo para minimizar o impacto 5. Decisão necessária: se o cliente precisa decidir algo, qual é a decisão e qual é o prazo para decidir 6. O que continua no prazo: o que não mudou (para calibrar o nível de preocupação) 7. Tom adequado: como ser direto sem soar defensivo ou alarmista Regra: comunicar desvio cedo e com plano gera mais confiança que entregar no prazo por um milagre invisível. O cliente que descobre o problema por conta própria nunca mais confia.
Quando usar: Para conduzir a primeira reunião formal com o cliente de forma que as expectativas fiquem alinhadas antes de qualquer trabalho começar.
O que preencher: Preencha: [ESCOPO_DO_PROJETO] (o que está dentro e o que está fora), [PERFIL_DOS_STAKEHOLDERS] (quem estará na reunião e o que cada um quer do projeto), [RISCOS_JA_IDENTIFICADOS], [MODELO_DE_TRABALHO] (remoto, presencial, cadência de reuniões).
Você é um consultor experiente em kickoffs que sabe que problema de expectativa no fim do projeto começa no kickoff. Estruture a reunião abaixo.
Escopo do projeto: [ESCOPO_DO_PROJETO]
Perfil dos stakeholders: [PERFIL_DOS_STAKEHOLDERS]
Riscos já identificados: [RISCOS_JA_IDENTIFICADOS]
Modelo de trabalho: [MODELO_DE_TRABALHO]
Produza:
1. Pauta da reunião com tempo estimado para cada bloco
2. Como abrir: o que dizer nos primeiros 5 minutos para criar o tom de parceria (não de prestação de serviço)
3. Apresentação do escopo: como mostrar o que está dentro E o que está fora de forma que o cliente concorde explicitamente
4. Alinhamento de success criteria: como chegar a um acordo sobre o que significa "projeto bem-sucedido" para cada stakeholder
5. Modelo de trabalho: como propor a cadência, os canais de comunicação e o protocolo de tomada de decisão
6. Riscos: como apresentar os riscos identificados sem assustar e sem esconder
7. Próximos passos da semana 1: o que você fará e o que você precisa do cliente para começar
8. As perguntas que você deve fazer ao cliente no kickoff (não assumir o que você acha que sabe)
Regra: kickoff sem escopo negativo explícito ("o que NÃO está incluído") é contrato oral para fazer tudo que o cliente imaginar que está incluído.Quando usar: Para preparar entrevistas com stakeholders de forma que você saia com evidência, não apenas com opiniões.
O que preencher: Preencha: [PERFIL_DO_ENTREVISTADO] (cargo, área, relação com o problema), [HIPOTESE_QUE_VOCE_QUER_TESTAR], [O_QUE_VOCE_JA_SABE] sobre a perspectiva desta pessoa, [QUANTO_TEMPO_DISPONIVEL].
Você é um consultor experiente em pesquisa qualitativa que sabe que a pergunta mais importante é a que o entrevistado não esperava. Prepare a entrevista abaixo.
Perfil do entrevistado: [PERFIL_DO_ENTREVISTADO]
Hipótese a testar: [HIPOTESE_QUE_VOCE_QUER_TESTAR]
O que já sei sobre esta perspectiva: [O_QUE_VOCE_JA_SABE]
Tempo disponível: [QUANTO_TEMPO_DISPONIVEL]
Produza:
1. Abertura: como criar ambiente de confiança nos primeiros 2 minutos (contexto, objetivo da conversa, o que será feito com a informação)
2. Perguntas abertas de aquecimento: para a pessoa falar livremente sobre o contexto antes de entrar no problema
3. Perguntas de diagnóstico: 5 a 7 perguntas que testam a hipótese sem induzi-la (o entrevistado não deve adivinhar o que você quer ouvir)
4. Perguntas de aprofundamento: as continuações para quando a resposta for vaga ("pode me dar um exemplo?" "e o que aconteceu depois?")
5. Perguntas de contraste: o que contradiz a visão do entrevistado (para testar se a perspectiva é real ou filtrada)
6. Encerramento: como fechar deixando a porta aberta para follow-up
7. O que NÃO perguntar: perguntas que induzem a resposta ou que fecham a conversa antes da hora
Regra: entrevista que confirma o que você já acredita não é pesquisa, é validação de viés. As melhores informações vêm das respostas para as perguntas que você não esperava precisar fazer.Quando usar: Para transformar 10, 20 ou 30 horas de entrevistas e dados qualitativos em um conjunto de insights que guiam a recomendação.
O que preencher: Descreva: [VOLUME_E_TIPO_DE_DADO] (quantas entrevistas, documentos, observações), [TEMAS_QUE_APARECEM_REPETIDAMENTE], [CONTRADICOES_ENCONTRADAS] (onde as perspectivas divergem), [HIPOTESE_ORIGINAL] que foi investigada.
Você é um consultor analítico experiente em síntese qualitativa que sabe que dados sem interpretação são ruído. Estruture a síntese abaixo. Volume e tipo de dado: [VOLUME_E_TIPO_DE_DADO] Temas recorrentes: [TEMAS_QUE_APARECEM_REPETIDAMENTE] Contradições encontradas: [CONTRADICOES_ENCONTRADAS] Hipótese original: [HIPOTESE_ORIGINAL] Produza: 1. O que os dados confirmam: evidências que sustentam as hipóteses originais (com exemplos concretos das entrevistas) 2. O que os dados surpreenderam: o que você não esperava encontrar e que muda o diagnóstico 3. As contradições: onde as perspectivas divergem e o que essa divergência significa (pode ser o insight mais valioso) 4. O insight principal: em 1 ou 2 frases, o que os dados dizem que o cliente precisa ouvir 5. Insights secundários: 3 a 5 observações adicionais que complementam o principal 6. O que os dados NÃO dizem: as perguntas que ficaram sem resposta e que a recomendação deve reconhecer 7. Implicações para a recomendação: como esses insights mudam ou reforçam o que você vai propor Regra: síntese que cita tudo que foi dito não é síntese, é transcrição. A habilidade do consultor é saber o que ignorar tanto quanto o que destacar.
Quando usar: Para estruturar a apresentação da recomendação final de um projeto de forma que o cliente saia com clareza do que fazer e confiança para fazer.
O que preencher: Preencha: [A_RECOMENDACAO_PRINCIPAL] (o que o cliente deve fazer), [EVIDENCIAS_QUE_SUSTENTAM] a recomendação, [OPCOES_ALTERNATIVAS_CONSIDERADAS] e por que foram descartadas, [RISCOS_DA_RECOMENDACAO] e como mitigá-los.
Você é um consultor sênior que sabe que recomendação sem convicção é cara de projeto sem resultado. Estruture a apresentação da recomendação abaixo.
Recomendação principal: [A_RECOMENDACAO_PRINCIPAL]
Evidências que sustentam: [EVIDENCIAS_QUE_SUSTENTAM]
Alternativas consideradas: [OPCOES_ALTERNATIVAS_CONSIDERADAS]
Riscos e mitigação: [RISCOS_DA_RECOMENDACAO]
Estruture a apresentação com:
1. A recomendação de forma direta: o que o cliente deve fazer, em uma frase (sem ambiguidade)
2. Por que agora: o custo de esperar (urgência fundamentada em dado, não em pressão)
3. A evidência principal: os 2 ou 3 dados que mais sustentam a recomendação
4. Alternativas e por que não: o que mais foi considerado e a razão concreta de não ser a melhor opção
5. Riscos da recomendação: honestidade sobre o que pode dar errado e como mitigar
6. Plano de implementação de alto nível: primeiros passos concretos para o cliente começar a agir
7. Como lidar com objeções: as 3 objeções mais prováveis e como respondê-las com dado
Regra: consultor que apresenta recomendação hedgeada ("uma opção seria...") não entrega o que o cliente pagou. O cliente pagou pelo julgamento; entregue o julgamento.Quando usar: Para definir o preço de um projeto de consultoria de forma que reflita o valor entregue e não apenas o esforço do consultor.
O que preencher: Preencha: [ESCOPO_DO_PROJETO], [VALOR_ESPERADO_PELO_CLIENTE] (quanto o resultado vale em receita, economia ou redução de risco), [MODELO_DE_PRECO_POSSIVEL] (por hora, por projeto, por resultado), [REFERENCIA_DE_MERCADO] se souber, [RESTRICAO_ORCAMENTARIA_DO_CLIENTE] se souber.
Você é um consultor com experiência em precificação por valor que sabe que cobrar por hora é cobrar pela ignorância: quanto mais você aprende, menos você cobra. Estruture a precificação do projeto abaixo. Escopo do projeto: [ESCOPO_DO_PROJETO] Valor esperado para o cliente: [VALOR_ESPERADO_PELO_CLIENTE] Modelos de preço possíveis: [MODELO_DE_PRECO_POSSIVEL] Referência de mercado: [REFERENCIA_DE_MERCADO] Restrição orçamentária do cliente: [RESTRICAO_ORCAMENTARIA_DO_CLIENTE] Produza: 1. Análise de valor: quanto o resultado vale para o cliente (receita gerada, custo evitado, risco reduzido) 2. Preço por valor: uma faixa baseada em captura de 10 a 30% do valor gerado (não no custo do tempo) 3. Estrutura de proposta de preço: como apresentar o preço em relação ao valor, não como linha de custo isolada 4. Modelos alternativos: como seria o preço em cada modelo (hora, projeto, resultado) e qual favorece você neste caso 5. Estratégia de anchoring: como apresentar opções de forma que a opção preferida pareça razoável 6. Como negociar sem descontar: o que retirar do escopo em vez de reduzir o preço quando o cliente pede desconto 7. Sinal de preço certo: se o cliente aceitar sem hesitação, o preço estava baixo Regra: preço que gera dúvida no cliente não é preço alto demais, é preço sem âncora de valor. Antes de apresentar o número, certifique-se de que o valor ficou claro.
Quando usar: Para planejar e conduzir um workshop com o time do cliente que gera diagnóstico compartilhado, não apenas coleta de perspectivas.
O que preencher: Preencha: [OBJETIVO_DO_WORKSHOP] (o que o grupo deve ser capaz de decidir ou entender ao sair), [PERFIL_DOS_PARTICIPANTES] (quantos, de que áreas, nível hierárquico), [DIVERGENCIAS_JA_CONHECIDAS] entre as perspectivas do time, [TEMPO_DISPONIVEL].
Você é um facilitador experiente que sabe que workshop sem objetivo claro é reunião cara. Estruture a facilitação abaixo. Objetivo do workshop: [OBJETIVO_DO_WORKSHOP] Perfil dos participantes: [PERFIL_DOS_PARTICIPANTES] Divergências conhecidas: [DIVERGENCIAS_JA_CONHECIDAS] Tempo disponível: [TEMPO_DISPONIVEL] Produza: 1. Objetivo declarado para os participantes: como apresentar o objetivo sem revelar o diagnóstico que você já tem 2. Estrutura de blocos com tempo: abertura, diagnóstico compartilhado, priorização, conclusão e próximos passos 3. Dinâmicas para cada bloco: qual metodologia usar (1-2-4-all, dot voting, journey mapping, impact/effort matrix) e por que 4. Como lidar com as divergências conhecidas: como criar espaço para que venham à tona sem que o facilitador tome partido 5. Perguntas de facilitação: para cada bloco, as perguntas que abrem o grupo sem fechar a conversa 6. Síntese em tempo real: como capturar o que foi dito e validar com o grupo antes de fechar 7. Encerramento: como sair com um conjunto de acordos que o time reconhece como seus, não do consultor Regra: workshop que termina com o consultor apresentando a conclusão que já tinha é teatro caro. O objetivo é que o time do cliente chegue à conclusão certa pelas próprias perguntas.
Quando usar: Para escrever o follow-up após uma apresentação de proposta ou recomendação que avança a conversa sem parecer pressão de vendas.
O que preencher: Preencha: [O_QUE_FOI_APRESENTADO], [REACAO_DO_CLIENTE] durante a apresentação (positiva, cética, com perguntas específicas), [OBJECOES_OU_DUVIDAS_LEVANTADAS], [PROXIMO_PASSO_IDEAL] que você quer que aconteça.
Você é um consultor sênior que sabe que follow-up apressado perde o deal e follow-up tardio deixa esfriar. Escreva o follow-up da apresentação abaixo. O que foi apresentado: [O_QUE_FOI_APRESENTADO] Reação do cliente: [REACAO_DO_CLIENTE] Objeções ou dúvidas levantadas: [OBJECOES_OU_DUVIDAS_LEVANTADAS] Próximo passo ideal: [PROXIMO_PASSO_IDEAL] Produza: 1. Email de follow-up completo: com linha de assunto, abertura, resumo do que foi alinhado, respostas às objeções levantadas e próximo passo concreto 2. Tom calibrado: entre confiante e sem pressão (o cliente não deve sentir que está sendo empurrado) 3. Como responder cada objeção por escrito: direto, com dado, sem defensividade 4. O próximo passo proposto: específico o suficiente para o cliente apenas dizer sim ou sugerir alternativa (sem "qualquer dia que for bom para você") 5. O que NÃO incluir: informação que abre debate desnecessário ou que dilui a mensagem principal Regra: follow-up de proposta não é resumo da apresentação. É a continuação da conversa que move o cliente do "preciso pensar" para o "como começamos".
Quando usar: Para fechar um projeto de consultoria de forma que o cliente saia com clareza do que foi entregue, do que aprendeu e do que fazer a seguir.
O que preencher: Preencha: [O_QUE_FOI_ENTREGUE] (entregáveis, decisões tomadas, mudanças implementadas), [RESULTADOS_MENSURADOS] se houver, [PENDENCIAS_OU_RISCOS] que continuam após o encerramento, [PROXIMAS_OPORTUNIDADES] de continuidade ou novo projeto.
Você é um consultor experiente que sabe que a última impressão define o quanto o cliente volta. Estruture o relatório de encerramento abaixo. O que foi entregue: [O_QUE_FOI_ENTREGUE] Resultados mensurados: [RESULTADOS_MENSURADOS] Pendências ou riscos pós-projeto: [PENDENCIAS_OU_RISCOS] Próximas oportunidades: [PROXIMAS_OPORTUNIDADES] Produza: 1. Sumário executivo: o que foi feito e qual o resultado em 5 linhas (para o decisor que não leu o projeto todo) 2. Entregas realizadas: lista clara do que foi entregue e o status de cada item 3. Resultados mensurados: o que mudou em número (se não houver dado ainda, quando e como será medido) 4. O que continua pendente: itens que ficaram em aberto e de quem é a responsabilidade agora 5. Riscos pós-projeto: o que pode comprometer o resultado se não for endereçado 6. Recomendações de próximos passos: o que o cliente deve fazer nos próximos 30, 60 e 90 dias 7. Carta de encerramento: como agradecer e deixar a porta aberta para futuras colaborações sem soar como pitch Regra: relatório de encerramento que termina em "qualquer dúvida, estamos à disposição" perdeu a oportunidade de plantar a semente do próximo projeto. Seja específico sobre o que vem a seguir.
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