Especificação de sistema, análise de incidente, decisão de arquitetura, estimativa de esforço, migração com risco mínimo e documentação. Cada prompt com campos para preencher com o seu contexto.
Resposta direta
Os melhores prompts de IA para engenheiros não pedem 'como resolver um bug'. Eles fornecem: o contexto do sistema, os sintomas observados, o impacto no negócio e as restrições técnicas da solução. Com esse nível de detalhe, a IA age como um par técnico sênior disponível para revisar seu raciocínio na hora que você precisa.
Neste guia você encontra 12 prompts para as situações mais recorrentes na rotina de engenheiro: escrever uma especificação técnica sólida, conduzir post-mortem de incidente, tomar decisão de arquitetura com trade-offs documentados, estimar esforço com incerteza, apresentar contexto técnico para stakeholders e planejar migração com risco controlado. Cada prompt tem campos entre [colchetes] para preencher com o seu contexto antes de usar.
Os prompts
Quando usar: Para transformar um requisito vago em um design doc que o time consegue implementar sem reunião de esclarecimento toda hora.
O que preencher: Preencha: [PROBLEMA_A_RESOLVER] (o que está quebrando ou faltando), [CONTEXTO_DO_SISTEMA] (stack, dependências relevantes, restrições existentes), [RESULTADO_ESPERADO] (o que muda para o usuário ou sistema), [RESTRICOES] (performance, compatibilidade, prazo, orçamento).
Você é um engenheiro sênior especializado em escrever design docs que o time consegue implementar de forma autônoma. Escreva a especificação técnica com base nas informações abaixo. Problema a resolver: [PROBLEMA_A_RESOLVER] Contexto do sistema: [CONTEXTO_DO_SISTEMA] Resultado esperado: [RESULTADO_ESPERADO] Restrições: [RESTRICOES] Estruture a especificação com: 1. Problema e contexto: por que isso precisa ser resolvido agora e qual é o impacto de não resolver 2. Solução proposta: descrição em linguagem clara do que será construído 3. Design técnico: componentes envolvidos, fluxo de dados, APIs ou contratos relevantes 4. Alternativas consideradas e por que foram descartadas 5. Trade-offs explícitos: o que a solução sacrifica para ganhar o que ganha 6. Critérios de aceitação: como saberemos que a implementação está correta e completa 7. Riscos técnicos e plano de mitigação 8. O que fica fora do escopo (para evitar scope creep durante a implementação) Regra: design doc sem seção de alternativas consideradas é propaganda da solução escolhida. Quem lê precisa entender por que essa abordagem e não outra.
Quando usar: Para conduzir o post-mortem de um incidente de forma que gere aprendizado real e mudança de processo, não apenas uma lista de culpados.
O que preencher: Descreva: [O_QUE_ACONTECEU] (sintomas observados e impacto), [QUANDO_OCORREU_E_POR_QUANTO_TEMPO], [SISTEMA_OU_COMPONENTE_AFETADO], [O_QUE_JA_SE_SABE_SOBRE_A_CAUSA].
Você é um engenheiro de confiabilidade sênior com experiência em post-mortems que geram mudança real de sistema. Estruture a análise do incidente abaixo. O que aconteceu: [O_QUE_ACONTECEU] Quando e duração: [QUANDO_OCORREU_E_POR_QUANTO_TEMPO] Sistema afetado: [SISTEMA_OU_COMPONENTE_AFETADO] Causa conhecida até agora: [O_QUE_JA_SE_SABE_SOBRE_A_CAUSA] Produza: 1. Resumo executivo: o que aconteceu, impacto e status atual em 5 linhas (para quem não vai ler o resto) 2. Linha do tempo: sequência de eventos com horário, o que foi observado e quem estava envolvido 3. Root cause analysis: use o método dos "5 porquês" para ir além do sintoma imediato 4. Fatores contribuintes: o que tornou possível que o root cause causasse o impacto que causou 5. Impacto detalhado: usuários afetados, dados comprometidos, perda financeira estimada se aplicável 6. O que conteve o incidente: o que funcionou bem na resposta 7. Action items: ações concretas com responsável e prazo, separadas entre correção imediata e melhoria estrutural 8. O que não é action item: o que foi investigado e descartado como causa Regra: post-mortem sem blame explícito gera mais aprendizado que post-mortem que aponta culpado. O sistema falhou, não a pessoa. Ações atacam o sistema.
Quando usar: Para preparar um feedback de code review que melhora o código e desenvolve o autor sem criar clima de julgamento.
O que preencher: Descreva: [O_QUE_O_PR_FAZ] (objetivo da mudança), [PROBLEMAS_OU_DUVIDAS_IDENTIFICADOS] (o que chamou atenção no review), [NIVEL_DO_AUTOR] (junior, pleno, sênior), [CONTEXTO_CRITICO] (é um path de pagamento, performance crítica, segurança?).
Você é um engenheiro sênior que faz code reviews que desenvolvem o time sem criar ressentimento. Ajude-me a estruturar o feedback do review abaixo. O que o PR faz: [O_QUE_O_PR_FAZ] Problemas ou dúvidas identificados: [PROBLEMAS_OU_DUVIDAS_IDENTIFICADOS] Nível do autor: [NIVEL_DO_AUTOR] Contexto de criticidade: [CONTEXTO_CRITICO] Produza: 1. Abertura: o que está bom no PR (sem ser falso, específico ao código) 2. Para cada problema identificado: a. Descrição do problema: o que está errado e por que importa (impacto, não opinião) b. Sugestão concreta: o que fazer diferente, com exemplo de código se possível c. Prioridade: blocker (não pode fazer merge), importante (deve corrigir neste PR), sugestão (pode ignorar se tiver razão) 3. Perguntas abertas: o que você não entende e precisa de contexto antes de opinar 4. Resumo para o autor: o que precisa mudar antes do merge e o que é opcional 5. Como adaptar o tom de acordo com o nível do autor (junior pede mais explicação, sênior pede mais autonomia) Regra: review que só aponta erro sem explicar o impacto não desenvolve ninguém. "Extraia essa função" sem dizer por que é mandato, não mentoria.
Quando usar: Para registrar e comunicar uma decisão técnica importante de forma que o time futuro entenda por que foi tomada, não apenas o que foi decidido.
O que preencher: Preencha: [CONTEXTO_E_PROBLEMA] (o que motivou a decisão), [OPCOES_CONSIDERADAS] (pelo menos 2 abordagens), [CRITERIOS_DE_DECISAO] (o que mais importa neste contexto: performance, custo, velocidade de entrega, manutenibilidade?), [RESTRICOES] (orçamento, prazo, capacidade do time).
Você é um arquiteto de sistemas com experiência em escrever ADRs (Architecture Decision Records) que o time futuro agradece. Estruture a decisão abaixo. Contexto e problema: [CONTEXTO_E_PROBLEMA] Opções consideradas: [OPCOES_CONSIDERADAS] Critérios de decisão: [CRITERIOS_DE_DECISAO] Restrições: [RESTRICOES] Produza um ADR completo com: 1. Status: proposta, aceita ou descartada 2. Contexto: por que essa decisão precisou ser tomada agora e qual problema resolve 3. Opções consideradas: para cada opção, prós e contras específicos ao contexto (não genéricos) 4. Decisão: qual opção foi escolhida e por quê, referenciando os critérios 5. Consequências positivas: o que a decisão resolve 6. Consequências negativas: o que a decisão sacrifica (honestidade aqui é o que torna o doc útil) 7. Condições de revisão: em que circunstâncias esta decisão deve ser reavaliada Regra: ADR sem consequências negativas é propaganda. A honestidade sobre os trade-offs é o que permite ao time futuro saber quando a decisão ainda vale e quando ficou obsoleta.
Quando usar: Para explicar uma decisão técnica, um incidente ou um projeto para pessoas de negócio, produto ou liderança sem perder a substância.
O que preencher: Preencha: [O_QUE_PRECISA_COMUNICAR] (decisão, incidente, projeto, débito técnico), [PUBLICO] (CEO, PM, time de vendas, diretoria), [NIVEL_DE_DETALHE_ESPERADO] (decisão executiva, acompanhamento, informação geral), [CANAL] (slide, email, reunião ao vivo).
Você é um engenheiro sênior com habilidade de comunicar complexidade técnica de forma que quem toma decisão de negócio entenda o impacto sem precisar entender os detalhes da implementação. O que precisa comunicar: [O_QUE_PRECISA_COMUNICAR] Público: [PUBLICO] Nível de detalhe esperado: [NIVEL_DE_DETALHE_ESPERADO] Canal: [CANAL] Produza: 1. A mensagem principal: em 1 ou 2 frases, o que esse público precisa saber (a versão do CEO, não a versão do engenheiro) 2. Por que importa para o negócio: tradução do técnico para impacto em receita, risco, prazo ou experiência do usuário 3. O que foi feito ou o que será feito: versão simplificada das ações 4. O que você precisa do público: aprovação, decisão, recurso ou apenas ciência 5. O que não incluir: detalhes técnicos que confundem sem adicionar ao entendimento do decisor 6. Como responder as perguntas previsíveis deste público específico Regra: comunicação técnica para não-técnicos falha quando começa pelo "como" em vez do "por que importa". Comece pelo impacto no negócio, não pela solução técnica.
Quando usar: Para comunicar estimativas de prazo que sejam honestas com a incerteza sem paralisar a decisão de produto ou negócio.
O que preencher: Preencha: [O_QUE_SERA_IMPLEMENTADO], [O_QUE_JA_CONHECEMOS_BEM] (área do sistema, tecnologia dominada), [O_QUE_E_INCERTO] (integrações novas, domínio desconhecido, dependências externas), [NIVEL_DE_QUALIDADE_ESPERADO] (MVP rápido, produção com testes, produção com alta confiabilidade).
Você é um engenheiro experiente em estimativas que sabe que o maior erro é dar um número único como se fosse certeza. Estruture a estimativa do trabalho abaixo. O que será implementado: [O_QUE_SERA_IMPLEMENTADO] O que conhecemos bem: [O_QUE_JA_CONHECEMOS_BEM] O que é incerto: [O_QUE_E_INCERTO] Nível de qualidade esperado: [NIVEL_DE_QUALIDADE_ESPERADO] Produza: 1. Decomposição do trabalho: quebre em tarefas menores com estimativa individual (ajuda a revelar o que foi esquecido) 2. Estimativa em faixa: melhor caso, caso esperado e pior caso (com justificativa para cada) 3. Fontes de incerteza: o que poderia fazer o prazo estourar e com que probabilidade 4. Dependências externas: o que não está no seu controle e pode atrasar 5. O que NÃO está incluído na estimativa (itens que podem aparecer depois como "era óbvio") 6. Critérios de revisão: em que momento a estimativa deve ser reavaliada (ex: ao terminar a fase de discovery) 7. Como comunicar a faixa para o produto sem que pareça que você "não sabe o que está fazendo" Regra: estimativa sem faixa de incerteza é ficção. Uma história de 3 dias com bug novo de integração vira 2 semanas. Comunicar a incerteza é o que gera confiança de longo prazo.
Quando usar: Para criar documentação técnica de um sistema que já existe mas nunca foi documentado, de forma que o próximo engenheiro consiga trabalhar sem precisar do autor.
O que preencher: Preencha: [NOME_E_FUNCAO_DO_SISTEMA], [PRINCIPAIS_COMPONENTES] (serviços, bancos, filas, APIs externas), [FLUXOS_CRITICOS] (o caminho mais importante que dados percorrem), [QUEM_USA] (outros times, sistemas, usuários externos).
Você é um engenheiro sênior que acredita que código sem documentação é um passivo técnico. Estruture a documentação do sistema abaixo. Nome e função: [NOME_E_FUNCAO_DO_SISTEMA] Principais componentes: [PRINCIPAIS_COMPONENTES] Fluxos críticos: [FLUXOS_CRITICOS] Quem usa: [QUEM_USA] Produza a estrutura de documentação com: 1. Visão geral: o que o sistema faz, quem usa e por que existe (em 5 linhas) 2. Arquitetura: diagrama textual dos componentes e como se conectam (descreva o diagrama que deve ser criado) 3. Fluxos principais: para cada fluxo crítico, passo a passo de como os dados entram, são processados e saem 4. Dependências: o que o sistema precisa para funcionar (outros serviços, variáveis de ambiente, infraestrutura) 5. Como rodar localmente: passo a passo que um engenheiro novo consegue seguir sem perguntar para ninguém 6. Decisões técnicas relevantes: por que o sistema foi construído dessa forma (o contexto que não está no código) 7. Problemas conhecidos e débito técnico: o que está torto e por que ainda não foi resolvido Regra: documentação boa não é a que explica o que o código faz (o código já faz isso). É a que explica por que foi feito assim e o que o próximo deve saber antes de mudar.
Quando usar: Para planejar a migração de sistema, banco de dados ou infraestrutura de forma que o risco de downtime ou perda de dado seja explicitamente gerenciado.
O que preencher: Preencha: [O_QUE_SERA_MIGRADO] (sistema, banco, serviço), [ESTADO_ATUAL] e [ESTADO_DESEJADO], [RESTRICAO_DE_DISPONIBILIDADE] (pode ter downtime? quanto?), [VOLUME_DE_DADOS_OU_TRAFEGO_ENVOLVIDO].
Você é um engenheiro de plataforma com experiência em migrações que precisam ter rollback garantido antes de começar. Estruture o plano de migração abaixo. O que será migrado: [O_QUE_SERA_MIGRADO] Estado atual: [ESTADO_ATUAL] Estado desejado: [ESTADO_DESEJADO] Restrição de disponibilidade: [RESTRICAO_DE_DISPONIBILIDADE] Volume de dados ou tráfego: [VOLUME_DE_DADOS_OU_TRAFEGO_ENVOLVIDO] Produza: 1. Estratégia de migração: abordagem escolhida (big bang, blue-green, canary, dual-write) e justificativa 2. Fases da migração: cada passo com o que acontece, o que valida e o critério para avançar para o próximo 3. Plano de rollback: para cada fase, como voltar ao estado anterior sem perda de dado 4. Janela de execução: quando executar (horário de menor tráfego) e qual a duração estimada por fase 5. Pré-requisitos: o que precisa estar pronto antes de começar (backups, feature flags, monitoramento) 6. Métricas de sucesso: como saberemos que a migração completou com sucesso 7. Comunicação: quem precisa ser informado antes, durante e depois 8. Checklist de go/no-go: os critérios que devem ser verdadeiros para iniciar cada fase Regra: migração sem plano de rollback testado não é migração, é aposta. O rollback deve ser mais rápido que a migração.
Quando usar: Para estruturar a investigação de um problema de performance de forma sistemática, sem atirar no escuro.
O que preencher: Descreva: [SINTOMA_OBSERVADO] (lentidão, timeout, erro sob carga), [QUANDO_OCORRE] (sempre, em pico, com tipo específico de request), [SISTEMA_AFETADO] e [STACK_TECNICA], [METRICAS_DISPONIVEIS] (APM, logs, traces, queries lentas).
Você é um engenheiro especializado em performance que sabe que otimização prematura é raiz de todo mal, mas gargalo confirmado precisa de diagnóstico sistemático. Estruture a investigação abaixo. Sintoma observado: [SINTOMA_OBSERVADO] Quando ocorre: [QUANDO_OCORRE] Sistema afetado e stack: [SISTEMA_AFETADO] Métricas disponíveis: [METRICAS_DISPONIVEIS] Produza: 1. Hipóteses em ordem de probabilidade: onde provavelmente está o gargalo dado o contexto (banco, rede, CPU, I/O, código, cache) 2. Experimentos para cada hipótese: como confirmar ou descartar cada uma com o mínimo de esforço 3. Métricas a coletar: o que medir para confirmar o diagnóstico (queries lentas, flame graph, cache hit rate, etc.) 4. Ordem de investigação: comece pelo que cobre mais área com menos esforço 5. Sinais de que você encontrou o gargalo real: o que o dado vai mostrar quando a hipótese for a correta 6. Quando parar de otimizar: a melhoria de performance que resolve o problema do usuário, não a que chega ao ótimo teórico Regra: o gargalo quase sempre está onde você não olhou primeiro. Meça antes de otimizar; o instinto de engenheiro erra a localização do gargalo em mais da metade das vezes.
Quando usar: Para justificar um investimento em refatoração ou pagamento de débito técnico de forma que produto e gestão entendam o valor e aprovem.
O que preencher: Preencha: [O_QUE_SERA_REFATORADO] e por que está problemático, [IMPACTO_ATUAL_DO_DEBITO] (bugs frequentes, lentidão de entrega, riscos), [ESFORCO_ESTIMADO], [RESULTADO_ESPERADO] (o que muda após a refatoração).
Você é um engenheiro sênior que sabe que débito técnico não se paga sozinho e que a linguagem de quem aprova orçamento não é "clean code". Estruture a proposta de refatoração abaixo. O que será refatorado: [O_QUE_SERA_REFATORADO] Impacto atual do débito: [IMPACTO_ATUAL_DO_DEBITO] Esforço estimado: [ESFORCO_ESTIMADO] Resultado esperado: [RESULTADO_ESPERADO] Produza: 1. O problema em linguagem de negócio: traduza o débito técnico para impacto em velocidade de entrega, bugs, risco e custo (não em termos de código) 2. Custo de não fazer: o que acontece em 3, 6 e 12 meses se o débito não for pago 3. A proposta: o que será feito, em qual sequência, com qual critério de sucesso 4. Abordagem de risco controlado: como fazer a refatoração sem quebrar o que funciona (testes, feature flags, fases) 5. ROI estimado: quanto tempo de desenvolvimento é recuperado por mês após a refatoração 6. O que não entra no escopo (para evitar que vire projeto eterno) 7. Como apresentar para produto vs para liderança técnica (linguagens diferentes para o mesmo problema) Regra: "precisamos pagar o débito técnico" não vence orçamento. "Cada nova feature nesta área está demorando o dobro do esperado e o custo aumenta 20% por trimestre" vence.
Quando usar: Para criar o plano de onboarding de um engenheiro que vai trabalhar em um sistema que você conhece bem, acelerando o tempo até a primeira contribuição autônoma.
O que preencher: Preencha: [SISTEMA_OU_AREA] em que o engenheiro vai trabalhar, [NIVEL_DO_ENGENHEIRO] (junior, pleno, sênior), [TEMPO_DISPONIVEL_PARA_ONBOARDING] (1 semana, 2 semanas, 1 mês), [PRIMEIRA_TAREFA_ESPERADA].
Você é um engenheiro sênior que já onboardou times inteiros e sabe que onboarding ruim gera dependência, não autonomia. Crie o plano de onboarding abaixo. Sistema ou área: [SISTEMA_OU_AREA] Nível do engenheiro: [NIVEL_DO_ENGENHEIRO] Tempo disponível: [TEMPO_DISPONIVEL_PARA_ONBOARDING] Primeira tarefa esperada: [PRIMEIRA_TAREFA_ESPERADA] Estruture o onboarding com: 1. Semana 1 (entender, não fazer): o que ler, o que rodar localmente e com quem conversar (e qual pergunta fazer para cada pessoa) 2. Semana 2 (fazer com apoio): a primeira tarefa real, escolhida para ser pequena e bem delimitada 3. Sequência de conhecimento: o que aprender na ordem certa (o que depende do quê) 4. Referências essenciais: documentação, canais, repos, pessoas (sem informação que fica obsoleta em meses) 5. Marcos de autonomia: o que o engenheiro deve conseguir fazer sozinho ao fim de cada semana 6. Checklist de ambiente: o que precisa estar instalado e configurado para o primeiro dia ser produtivo 7. O que NÃO fazer no onboarding: erros comuns de quem recebe um engenheiro novo Regra: onboarding que não termina com o engenheiro fazendo uma pull request real não terminou. Leitura sem prática não gera autonomia.
Quando usar: Para definir os requisitos de performance, confiabilidade, segurança e escalabilidade de um sistema antes de começar a construí-lo.
O que preencher: Preencha: [O_QUE_O_SISTEMA_FAZ], [VOLUME_ESPERADO] (usuários, requests por segundo, dados), [CRITICO_PARA_O_NEGOCIO] (o que acontece se o sistema cair?), [RESTRICOES_CONHECIDAS] (orçamento de infra, prazo, equipe disponível).
Você é um arquiteto de sistemas com experiência em definir os NFRs que evitam que sistemas novos virem bombas-relógio em produção. Estruture os requisitos não-funcionais abaixo. O que o sistema faz: [O_QUE_O_SISTEMA_FAZ] Volume esperado: [VOLUME_ESPERADO] Criticidade para o negócio: [CRITICO_PARA_O_NEGOCIO] Restrições conhecidas: [RESTRICOES_CONHECIDAS] Defina: 1. Disponibilidade: SLA esperado (99%, 99.9%, 99.99%) e o que isso significa em minutos de downtime por mês 2. Latência: p50, p95 e p99 aceitáveis para os endpoints críticos 3. Throughput: pico de requests por segundo que o sistema deve suportar 4. Durabilidade de dados: o que pode ser perdido em caso de falha (RPO) e em quanto tempo o sistema deve voltar (RTO) 5. Segurança: autenticação, autorização, dados sensíveis, compliance necessário 6. Escalabilidade: como o sistema deve se comportar se o volume dobrar em 6 meses 7. Observabilidade: o que precisa ser monitorado, alertado e logado para o sistema ser operável 8. Critérios de aceite: como validar cada NFR antes de ir para produção Regra: NFR não definido antes de construir é NFR que você descobre em produção às 2 da manhã. "Rápido" e "confiável" não são especificações; números são.
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