Cardápio semanal, anamnese, ajuste de dieta, orientação motivacional, relatório de consulta, suplementação e plano para condição clínica. Cada prompt com campos para preencher com o seu caso.
Resposta direta
Os melhores prompts de IA para nutricionistas não pedem 'monte um cardápio saudável'. Eles fornecem: o perfil do paciente, os objetivos, as restrições alimentares, as condições clínicas relevantes e as preferências. Com esse nível de detalhe, a IA age como um assistente clínico que prepara o rascunho da prescrição que você revisa e valida com seu julgamento profissional.
Neste guia você encontra 12 prompts para as situações mais recorrentes na rotina de nutricionista: interpretar anamnese e sintetizar o perfil do paciente, criar cardápio semanal personalizado com variedade, ajustar dieta para restrição ou condição clínica, orientar sobre suplementação de forma acessível e motivar paciente com baixa adesão. Cada prompt tem campos entre [colchetes] para preencher com o seu caso antes de usar.
Os prompts
Quando usar: Para sintetizar os dados coletados na anamnese em um perfil clínico que guia a prescrição dietética, sem precisar reler todas as anotações toda consulta.
O que preencher: Preencha: [DADOS_ANTROPOMETRICOS] (peso, altura, IMC, circunferência abdominal), [HISTORICO_CLINICO] (doenças, medicamentos, exames recentes), [HABITOS_ALIMENTARES] (refeições típicas, alimentos que rejeita, alergias ou intolerâncias), [OBJETIVO_DO_PACIENTE] e [ESTILO_DE_VIDA] (trabalho, atividade física, rotina).
Você é um assistente clínico especializado em nutrição que ajuda a sintetizar dados de anamnese em um perfil acionável. Com base nas informações abaixo, produza o perfil do paciente. Dados antropométricos: [DADOS_ANTROPOMETRICOS] Histórico clínico: [HISTORICO_CLINICO] Hábitos alimentares: [HABITOS_ALIMENTARES] Objetivo do paciente: [OBJETIVO_DO_PACIENTE] Estilo de vida: [ESTILO_DE_VIDA] Produza: 1. Perfil resumido: síntese do paciente em 5 linhas (para leitura rápida antes da próxima consulta) 2. Diagnóstico nutricional preliminar: o que os dados sugerem sobre o estado nutricional atual 3. Fatores de risco identificados: o que no perfil merece atenção prioritária (clínica, comportamental ou ambiental) 4. Barreiras para o objetivo: o que pode dificultar o alcance do que o paciente quer 5. Oportunidades de intervenção: onde a mudança alimentar pode gerar maior impacto para este perfil específico 6. Exames complementares sugeridos: se o histórico indicar necessidade de investigação adicional 7. Perguntas de aprofundamento: o que investigar na próxima consulta que os dados não esclarecem ainda Nota: este output é um rascunho de apoio ao raciocínio clínico do nutricionista e deve ser revisado pelo profissional antes de qualquer uso com o paciente.
Quando usar: Para criar o rascunho de um plano alimentar semanal que considera o perfil do paciente e ainda assim tem variedade suficiente para manter a adesão.
O que preencher: Preencha: [META_CALORICA_DIARIA], [DISTRIBUICAO_DE_MACROS] (proteína, carboidrato, gordura em gramas ou percentual), [RESTRICOES_ALIMENTARES] (alergias, intolerâncias, alimentos que o paciente não gosta), [NUMERO_DE_REFEICOES_POR_DIA], [RESTRICOES_DE_ROTINA] (não tem tempo para cozinhar no almoço, trabalha fora, etc.).
Você é um assistente de planejamento nutricional que cria cardápios variados e práticos para facilitar a adesão do paciente. Com base nas informações abaixo, esboce o cardápio semanal. Meta calórica diária: [META_CALORICA_DIARIA] Distribuição de macros: [DISTRIBUICAO_DE_MACROS] Restrições alimentares: [RESTRICOES_ALIMENTARES] Número de refeições por dia: [NUMERO_DE_REFEICOES_POR_DIA] Restrições de rotina: [RESTRICOES_DE_ROTINA] Produza: 1. Cardápio dos 7 dias: para cada refeição, alimento, quantidade aproximada e preparação simples 2. Variedade intencional: rotacionar proteínas, vegetais e fontes de carboidrato para não repetir os mesmos alimentos todos os dias 3. Opções de substituição: para cada refeição, uma alternativa prática caso o alimento indicado não esteja disponível 4. Lista de compras consolidada: agrupada por categoria (proteínas, vegetais, cereais, laticínios, temperos) 5. Dicas de preparo para facilitar a rotina: o que pode ser preparado no domingo para a semana toda 6. Alertas nutricionais: se o cardápio tiver alguma limitação que o nutricionista deva verificar antes de prescrever Nota: valores nutricionais são estimativas e devem ser calculados pelo nutricionista com a ferramenta de sua preferência antes da prescrição final.
Quando usar: Para adaptar um plano alimentar existente para um paciente que desenvolve uma nova restrição, intolerância ou alergia alimentar.
O que preencher: Preencha: [RESTRICAO_OU_INTOLE RANCIA] (glúten, lactose, ovo, amendoim, etc.), [NIVEL_DA_RESTRICAO] (intolerância leve, alergia grave com risco de anafilaxia, opção ética como vegano), [PLANO_ALIMENTAR_ATUAL] ou os alimentos principais que o paciente consome, [OBJETIVO_NUTRICIONAL] que não deve mudar.
Você é um assistente de nutrição clínica especializado em adaptações de dieta para restrições alimentares. Com base no perfil abaixo, proponha as adaptações necessárias. Restrição ou intolerância: [RESTRICAO_OU_INTOLE RANCIA] Nível da restrição: [NIVEL_DA_RESTRICAO] Plano alimentar atual ou alimentos principais: [PLANO_ALIMENTAR_ATUAL] Objetivo nutricional a manter: [OBJETIVO_NUTRICIONAL] Produza: 1. Alimentos a eliminar: lista completa dos alimentos que contêm o alérgeno ou item restrito (incluindo formas ocultas no rótulo) 2. Alimentos substitutos: para cada alimento eliminado, 2 ou 3 substitutos práticos com perfil nutricional equivalente 3. Nutrientes em risco: quais nutrientes podem ficar deficientes com essa restrição e como repor alimentarmente 4. Suplementação a considerar: quando a reposição alimentar não for suficiente (para o nutricionista avaliar) 5. Leitura de rótulo: palavras-chave que o paciente deve procurar para identificar o alérgeno em alimentos industrializados 6. Cuidados com contaminação cruzada: orientações para restrições graves (alergia, não intolerância) 7. Como comunicar a restrição em restaurantes e eventos sociais Nota: para alergias graves, este conteúdo deve ser revisado pelo nutricionista e complementado com orientação médica.
Quando usar: Para preparar a abordagem de uma consulta de retorno em que o paciente não seguiu o plano alimentar e você precisa reengajá-lo sem criar culpa.
O que preencher: Descreva: [OBJETIVO_DO_PACIENTE], [O_QUE_ELE_RELATOU_NAO_TER_CONSEGUIDO_SEGUIR], [BARREIRAS_IDENTIFICADAS] (praticidade, preferência alimentar, contexto social, emocional, financeiro), [NUMERO_DE_CONSULTAS_ANTERIORES] e [GRAU_DE_COMPROMISSO_PERCEBIDO].
Você é um assistente especializado em mudança de comportamento alimentar que sabe que paciente com baixa adesão raramente tem problema de informação: tem problema de contexto, motivação ou autoeficácia. Prepare a abordagem abaixo.
Objetivo do paciente: [OBJETIVO_DO_PACIENTE]
O que não conseguiu seguir: [O_QUE_ELE_RELATOU_NAO_TER_CONSEGUIDO_SEGUIR]
Barreiras identificadas: [BARREIRAS_IDENTIFICADAS]
Histórico de consultas: [NUMERO_DE_CONSULTAS_ANTERIORES]
Grau de compromisso percebido: [GRAU_DE_COMPROMISSO_PERCEBIDO]
Produza:
1. Abertura sem julgamento: como iniciar a conversa de forma que o paciente não se sinta culpado por não ter seguido o plano
2. Diagnóstico de barreira: perguntas para entender o que realmente impediu a adesão (vai além do que o paciente reportou)
3. Reformulação do plano: como adaptar o plano para ser compatível com a realidade do paciente (não o plano ideal, o plano possível)
4. Pequena vitória como âncora: uma mudança muito pequena que o paciente consegue fazer com alta probabilidade, para reconstruir confiança
5. Técnica de implementação intencionada: como ajudar o paciente a transformar a intenção em comportamento automático ("quando X acontecer, farei Y")
6. Como redefinir o sucesso: mudar o critério de "seguir o plano 100%" para um critério que o paciente consegue atingir
7. O que NÃO dizer nesta consulta: frases que aumentam culpa ou que criam pressão contraproducente
Nota: abordagem deve ser adaptada pelo nutricionista ao vínculo e histórico específico com o paciente.Quando usar: Para explicar ao paciente de forma simples e sem jargão por que a meta calórica e a distribuição de macronutrientes foram definidas daquela forma.
O que preencher: Preencha: [META_CALORICA] (kcal/dia), [DISTRIBUICAO_DE_MACROS] (proteína, carboidrato, gordura), [OBJETIVO_DO_PACIENTE] (emagrecimento, hipertrofia, saúde), [NIVEL_DE_LETRAMENTO_NUTRICIONAL] do paciente (iniciante, intermediário, tem conhecimento prévio de dieta).
Você é um especialista em comunicação nutricional que traduz conceitos técnicos para linguagem que pacientes entendem e se motivam a seguir. Escreva a explicação abaixo. Meta calórica: [META_CALORICA] Distribuição de macros: [DISTRIBUICAO_DE_MACROS] Objetivo do paciente: [OBJETIVO_DO_PACIENTE] Nível de letramento nutricional: [NIVEL_DE_LETRAMENTO_NUTRICIONAL] Produza: 1. Explicação da meta calórica: por que esse número e não outro, em analogia prática (sem fórmulas) 2. Explicação de cada macro: o que proteína, carboidrato e gordura fazem no corpo para o objetivo específico deste paciente 3. Por que a distribuição escolhida: como a proporção de macros serve ao objetivo (em linguagem de resultado, não de bioquímica) 4. O que acontece se comer menos ou mais que a meta: de forma honesta mas sem criar ansiedade 5. Como verificar na prática: como o paciente sabe que está dentro da meta sem precisar pesar todo alimento (para quem não vai pesar) 6. Dúvidas frequentes: as 3 perguntas que pacientes com este perfil mais fazem sobre calorias e macros Nota: a explicação deve ser revisada pelo nutricionista para garantir alinhamento com o plano prescrito.
Quando usar: Para registrar os principais dados, conclusões e condutas de uma consulta de forma que o prontuário seja útil na próxima consulta e em caso de auditoria.
O que preencher: Preencha: [DATA_E_TIPO_DA_CONSULTA] (primeira consulta, retorno), [DADOS_COLETADOS] (peso, medidas, relato do paciente), [ANALISE_CLINICA] (o que você avaliou), [CONDUTA_PRESCRITA] (plano alimentar, suplementação, orientações), [METAS_PARA_PROXIMO_RETORNO].
Você é um assistente de documentação clínica especializado em nutrição que estrutura prontuários completos e auditáveis. Com base nas informações abaixo, estruture o registro da consulta. Data e tipo da consulta: [DATA_E_TIPO_DA_CONSULTA] Dados coletados: [DADOS_COLETADOS] Análise clínica: [ANALISE_CLINICA] Conduta prescrita: [CONDUTA_PRESCRITA] Metas para o próximo retorno: [METAS_PARA_PROXIMO_RETORNO] Estruture o prontuário com: 1. Identificação e data 2. Motivo da consulta e queixa principal do paciente 3. Avaliação antropométrica: dados coletados e evolução em relação à consulta anterior 4. Avaliação dietética: resumo dos hábitos relatados e aderência ao plano anterior (se retorno) 5. Diagnóstico nutricional: conclusão clínica baseada nos dados 6. Conduta: plano alimentar prescrito, suplementação indicada e orientações gerais 7. Metas acordadas com o paciente para o próximo período 8. Data e pendências do próximo retorno Nota: o prontuário deve ser revisado e assinado pelo nutricionista responsável. Este rascunho não substitui a documentação final do profissional.
Quando usar: Para explicar ao paciente a suplementação indicada de forma que ele entenda para que serve, como usar e o que esperar.
O que preencher: Preencha: [SUPLEMENTO_INDICADO], [MOTIVO_CLINICO_DA_INDICACAO], [DOSAGEM_E_MODO_DE_USO], [PERFIL_DO_PACIENTE] (idade, sexo, condição clínica), [NIVEL_DE_CONHECIMENTO_PREVIO] do paciente sobre suplementação.
Você é um especialista em comunicação sobre suplementação que sabe que paciente que entende o porquê adere melhor que paciente que apenas segue a receita. Escreva a orientação abaixo. Suplemento indicado: [SUPLEMENTO_INDICADO] Motivo clínico da indicação: [MOTIVO_CLINICO_DA_INDICACAO] Dosagem e modo de uso: [DOSAGEM_E_MODO_DE_USO] Perfil do paciente: [PERFIL_DO_PACIENTE] Conhecimento prévio sobre suplementação: [NIVEL_DE_CONHECIMENTO_PREVIO] Produza a orientação com: 1. Para que serve: o papel deste nutriente ou composto no corpo, explicado para o objetivo específico do paciente 2. Por que foi indicado para este caso: o que no perfil do paciente justifica a suplementação 3. Como usar: dose, horário, com ou sem alimento, e por quanto tempo 4. O que esperar: prazo para sentir alguma diferença (quando aplicável) e como saber que está funcionando 5. Efeitos colaterais possíveis: o que pode acontecer e quando consultar o profissional 6. Interações a conhecer: alimentos ou medicamentos que interferem na absorção ou no efeito 7. Como guardar: temperatura, embalagem e prazo de validade (para suplementos que o paciente vai manusear) Nota: orientação deve ser revisada pelo nutricionista e complementada com orientação médica quando houver interação medicamentosa relevante.
Quando usar: Para estruturar o rascunho de um plano alimentar para um paciente com condição clínica que exige adaptações além do plano padrão.
O que preencher: Preencha: [CONDICAO_CLINICA] (diabetes tipo 2, hipertensão, síndrome do intestino irritável, hipotireoidismo, etc.), [MEDICAMENTOS_EM_USO] relevantes para a dieta, [OBJETIVO_NUTRICIONAL], [RESTRICOES_ALIMENTARES_JA_EXISTENTES], [ESTILO_DE_VIDA_E_ROTINA].
Você é um assistente de nutrição clínica especializado em condições de saúde que exigem adequação dietética específica. Com base no perfil abaixo, estruture as diretrizes do plano. Condição clínica: [CONDICAO_CLINICA] Medicamentos em uso: [MEDICAMENTOS_EM_USO] Objetivo nutricional: [OBJETIVO_NUTRICIONAL] Restrições alimentares existentes: [RESTRICOES_ALIMENTARES_JA_EXISTENTES] Estilo de vida e rotina: [ESTILO_DE_VIDA_E_ROTINA] Produza: 1. Diretrizes dietéticas específicas para esta condição: o que a evidência atual recomenda para este diagnóstico 2. Alimentos a priorizar: os que têm efeito benéfico documentado para a condição 3. Alimentos a limitar ou evitar: os que podem agravar a condição ou interferir no tratamento 4. Interações entre dieta e medicamentos em uso: o que o paciente precisa saber sobre como a alimentação afeta os medicamentos 5. Metas nutricionais prioritárias: as 2 ou 3 adaptações de maior impacto para este caso específico 6. Indicadores de melhora: o que o paciente pode monitorar para perceber que a dieta está funcionando 7. Sinais de alerta: situações que indicam necessidade de reavaliação médica urgente Nota: este rascunho é apoio ao raciocínio clínico do nutricionista. A prescrição final deve ser elaborada e assinada pelo profissional, considerando o caso completo do paciente.
Quando usar: Para criar uma lista de substituições que o paciente pode consultar no dia a dia quando não tiver o alimento prescrito disponível.
O que preencher: Preencha: [ALIMENTOS_DO_PLANO_QUE_PRECISAM_DE_SUBSTITUTO], [MOTIVO_DA_SUBSTITUICAO] (preferência, disponibilidade, custo, restrição), [OBJETIVO_NUTRICIONAL_A_MANTER] (manter a proteína, manter a caloria, manter a fibra), [RESTRICOES] que também valem para os substitutos.
Você é um especialista em planejamento alimentar prático que sabe que lista de substituição inaplicável é lista que o paciente ignora. Crie as substituições abaixo. Alimentos que precisam de substituto: [ALIMENTOS_DO_PLANO_QUE_PRECISAM_DE_SUBSTITUTO] Motivo da substituição: [MOTIVO_DA_SUBSTITUICAO] Objetivo nutricional a manter: [OBJETIVO_NUTRICIONAL_A_MANTER] Restrições que também valem: [RESTRICOES] Produza: 1. Para cada alimento listado: 3 substituições em ordem de equivalência nutricional (mais parecido primeiro) 2. Equivalência de porção: a quantidade do substituto que equivale à porção original 3. Diferenças nutricionais relevantes: o que muda e o que não muda ao fazer a substituição 4. Substituições de emergência: quando nada planejado está disponível (opções simples que qualquer mercado tem) 5. Substituições por custo: para quando o alimento prescrito estiver fora do orçamento naquele mês 6. Como usar a lista: orientação de 3 linhas para o paciente sobre como aplicar sem precisar ligar para perguntar Nota: o nutricionista deve revisar as equivalências antes de entregar a lista ao paciente.
Quando usar: Para criar rascunhos de posts educativos sobre nutrição que constroem autoridade e atraem pacientes em potencial.
O que preencher: Preencha: [TEMA_DO_POST] (mito alimentar, dica prática, explicação de nutriente, receita), [PUBLICO_ALVO] (emagrecimento, praticantes de esporte, mães, idosos), [TOM_DESEJADO] (didático, provocativo, acolhedor, direto), [FORMATO] (carrossel, legenda, reels roteiro).
Você é um especialista em comunicação nutricional para redes sociais que sabe que post educativo que parece aula de faculdade não engaja. Crie o conteúdo abaixo. Tema: [TEMA_DO_POST] Público-alvo: [PUBLICO_ALVO] Tom desejado: [TOM_DESEJADO] Formato: [FORMATO] Para carrossel, produza: 1. Slide de capa: título que gera curiosidade ou desafia uma crença comum (sem clickbait) 2. Slide 2: o problema ou mito que o post vai abordar 3. Slides 3 a 6: o conteúdo educativo em blocos de 1 ideia por slide, com linguagem simples 4. Slide de conclusão: a mensagem principal em 1 frase 5. Slide de CTA: o que o seguidor deve fazer (salvar, comentar, marcar alguém, agendar consulta) 6. Legenda: 3 a 5 linhas com a mensagem principal e hashtags relevantes Para legenda, produza: 1. Abertura que para o scroll (primeira linha visível antes de "ver mais") 2. Desenvolvimento em linguagem de conversa, não de artigo científico 3. CTA específico Nota: todo conteúdo de saúde deve incluir a frase "consulte seu nutricionista" quando relevante e evitar promessas de resultado específico.
Quando usar: Para usar os minutos antes da consulta de retorno de forma eficiente, chegando com as perguntas certas e sem precisar reler todo o prontuário.
O que preencher: Preencha: [NOME_OU_PERFIL_DO_PACIENTE], [OBJETIVO_ORIGINAL], [PLANO_ATUAL] (o que foi prescrito), [TEMPO_DESDE_A_ULTIMA_CONSULTA], [INFORMACOES_QUE_VOCE_JA_TEM] sobre como o paciente foi (relato por mensagem, resultado de exame).
Você é um assistente clínico especializado em nutrição que ajuda a preparar consultas de retorno em 5 minutos. Com base nas informações abaixo, estruture a preparação. Perfil do paciente: [NOME_OU_PERFIL_DO_PACIENTE] Objetivo original: [OBJETIVO_ORIGINAL] Plano atual: [PLANO_ATUAL] Tempo desde a última consulta: [TEMPO_DESDE_A_ULTIMA_CONSULTA] Informações já disponíveis: [INFORMACOES_QUE_VOCE_JA_TEM] Produza: 1. O que avaliar no início da consulta: quais dados coletar (peso, medidas, exames) e em que ordem 2. Perguntas prioritárias para o paciente: as 5 mais importantes para entender o que aconteceu no período 3. O que checar na aderência: além de "seguiu ou não seguiu", o que entender sobre o que funcionou e o que não funcionou 4. Adaptações prováveis no plano: com base nas informações disponíveis, o que provavelmente precisará ser ajustado 5. O que elogiar especificamente: para reforçar o comportamento correto (não elogio genérico) 6. Quando encaminhar: sinais nos dados ou relatos que indicam necessidade de avaliação médica ou de outro especialista Nota: a consulta real depende do relato do paciente; use este roteiro como guia, não como script rígido.
Quando usar: Para estruturar o plano alimentar de um paciente que pratica esporte ou exercício regular e precisa de estratégia de alimentação pré e pós-treino.
O que preencher: Preencha: [MODALIDADE_E_FREQUENCIA] (musculação 4x/semana, corrida 3x/semana, etc.), [OBJETIVO] (ganho de massa, emagrecimento com manutenção de músculo, performance), [DADOS_DO_PACIENTE] (peso, sexo, idade, nível de condicionamento), [RESTRICOES_ALIMENTARES] e [HORARIO_DOS_TREINOS].
Você é um assistente de nutrição esportiva que sabe que timing e composição das refeições ao redor do treino impactam diretamente o resultado. Estruture o plano abaixo. Modalidade e frequência: [MODALIDADE_E_FREQUENCIA] Objetivo: [OBJETIVO] Dados do paciente: [DADOS_DO_PACIENTE] Restrições alimentares: [RESTRICOES_ALIMENTARES] Horário dos treinos: [HORARIO_DOS_TREINOS] Produza: 1. Meta calórica e distribuição de macros: com ajuste para dias de treino versus dias de descanso (se aplicável) 2. Refeição pré-treino: o que comer, quanto tempo antes do treino e por quê (energia sem desconforto gástrico) 3. Nutrição intra-treino: quando é necessário e quando não é (depende da duração e intensidade) 4. Refeição pós-treino: janela de recuperação, o que priorizar para reparação muscular 5. Distribuição das refeições ao longo do dia: como organizar as refeições em torno dos horários de treino 6. Hidratação: orientação básica de volume diário e estratégia em torno do treino 7. Suplementação a considerar: o que a evidência suporta para este objetivo e modalidade (para avaliação do nutricionista) Nota: plano definitivo deve ser elaborado e assinado pelo nutricionista após avaliação completa do paciente.
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