Relatório psicológico, síntese de anamnese, plano de intervenção, laudo, psicoeducação e manejo de crise. Cada prompt com campos para preencher com os dados do paciente antes de colar na ferramenta.
Os melhores prompts de IA para psicólogos são os que tratam a ferramenta como assistente de escrita clínica, não como fonte de diagnóstico. Você fornece o conteúdo clínico real (anamnese, observações, hipóteses), e a IA estrutura, organiza e redige com a linguagem técnica correta, economizando horas de escrita sem comprometer o julgamento profissional.
Neste guia, você encontra 12 prompts prontos para as tarefas que mais consomem tempo fora do consultório: relatório psicológico, síntese de anamnese, plano de intervenção, laudo, material de psicoeducação, orientação para familiares e manejo de crise. Cada prompt tem campos entre [colchetes] para você preencher com os dados reais do caso antes de colar no ChatGPT ou Claude.
Quando usar: Quando você precisa redigir um relatório psicológico a partir das informações clínicas coletadas e quer um rascunho estruturado no padrão do CFP.
O que preencher: Preencha: [FINALIDADE_DO_RELATORIO] (escolar, judicial, previdenciário, etc.), [DADOS_DE_IDENTIFICACAO] (sem nome real: ex. adulto, 34 anos, sexo feminino), [DEMANDA_E_ENCAMINHAMENTO], [PROCEDIMENTOS_UTILIZADOS] (entrevistas, testes aplicados), [OBSERVACOES_CLINICAS] e [HIPOTESE_OU_CONCLUSAO].
Você é um assistente de escrita clínica para psicólogos. Escreva um rascunho de relatório psicológico baseado nas informações abaixo, seguindo a estrutura recomendada pelo Conselho Federal de Psicologia (CFP). Finalidade do relatório: [FINALIDADE_DO_RELATORIO] Dados de identificação (sem dados pessoais identificáveis): [DADOS_DE_IDENTIFICACAO] Demanda e encaminhamento: [DEMANDA_E_ENCAMINHAMENTO] Procedimentos utilizados: [PROCEDIMENTOS_UTILIZADOS] Observações clínicas: [OBSERVACOES_CLINICAS] Hipótese diagnóstica ou conclusão: [HIPOTESE_OU_CONCLUSAO] Estruture o relatório com: 1. Identificação (sem dados pessoais reais, use os fornecidos) 2. Motivo do encaminhamento e demanda 3. Procedimentos e instrumentos utilizados 4. Resultados e observações clínicas 5. Síntese e conclusão 6. Encaminhamentos e recomendações Linguagem técnica, objetiva, sem jargão desnecessário. O relatório será revisado e assinado pelo psicólogo responsável antes de qualquer uso.
Quando usar: Quando você precisa transformar as notas brutas de uma anamnese em um documento organizado e coeso para o prontuário.
O que preencher: Preencha: [TIPO_DE_ATENDIMENTO] (individual adulto, infantil, casal, família), [QUEIXA_PRINCIPAL], [HISTORIA_CLINICA] (notas livres da anamnese), [HISTORICO_FAMILIAR_E_SOCIAL] e [OBSERVACOES_DO_CONTATO_INICIAL].
Você é um assistente de escrita clínica para psicólogos. Organize as notas de anamnese abaixo em uma síntese coesa para o prontuário do paciente. Tipo de atendimento: [TIPO_DE_ATENDIMENTO] Queixa principal (nas palavras do paciente): [QUEIXA_PRINCIPAL] Histórico clínico (notas brutas): [HISTORIA_CLINICA] Histórico familiar e social: [HISTORICO_FAMILIAR_E_SOCIAL] Observações do contato inicial: [OBSERVACOES_DO_CONTATO_INICIAL] Produza uma síntese com: 1. Queixa principal e contexto de chegada 2. Histórico do desenvolvimento (se infantil) ou histórico de vida relevante (se adulto) 3. Histórico clínico e de saúde mental: episódios anteriores, tratamentos, medicação 4. Contexto familiar e social atual 5. Primeiras impressões do vínculo e da demanda 6. Hipóteses iniciais de trabalho (não diagnóstico fechado) Texto em terceira pessoa, linguagem técnica, máximo 400 palavras. Este documento é interno ao prontuário.
Quando usar: Quando você precisa estruturar um plano de tratamento com objetivos, estratégias e critérios de avaliação de progresso.
O que preencher: Preencha: [ABORDAGEM_TERAPEUTICA] (TCC, psicanálise, ACT, etc.), [HIPOTESE_DIAGNOSTICA_OU_FORMULACAO_DO_CASO], [OBJETIVOS_TERAPEUTICOS] (o que o paciente e você esperam alcançar), [RECURSOS_DO_PACIENTE] (pontos fortes, rede de apoio) e [DEMANDAS_OU_DESAFIOS_IDENTIFICADOS].
Você é um assistente clínico especializado em documentação de psicoterapia. Estruture um plano de intervenção terapêutica com base nas informações abaixo. Abordagem terapêutica: [ABORDAGEM_TERAPEUTICA] Formulação do caso / hipótese diagnóstica: [HIPOTESE_DIAGNOSTICA_OU_FORMULACAO_DO_CASO] Objetivos terapêuticos: [OBJETIVOS_TERAPEUTICOS] Recursos e pontos fortes do paciente: [RECURSOS_DO_PACIENTE] Demandas e desafios identificados: [DEMANDAS_OU_DESAFIOS_IDENTIFICADOS] O plano deve conter: 1. Formulação do caso: síntese do que mantém o problema e o que o gerou 2. Objetivos de curto prazo (primeiras 8 a 12 sessões): específicos e mensuráveis 3. Objetivos de médio prazo (3 a 6 meses): mudanças de padrão ou reestruturação 4. Estratégias de intervenção: técnicas e recursos compatíveis com a abordagem 5. Critérios de progresso: como saber que o paciente está avançando 6. Critérios de encerramento ou encaminhamento: quando o trabalho está concluído ou quando encaminhar Linguagem técnica e objetiva. Será revisado e adaptado pelo psicólogo conforme o processo.
Quando usar: Quando você precisa criar um texto explicativo sobre um tema clínico para entregar ao paciente como material de apoio entre as sessões.
O que preencher: Preencha: [TEMA] (ex: ciclo de ansiedade, esquemas cognitivos, regulação emocional), [ABORDAGEM_TERAPEUTICA] (para alinhar o vocabulário), [NIVEL_DE_LETRAMENTO_DO_PACIENTE] (linguagem simples, técnica moderada) e [PONTO_CENTRAL_QUE_VOCE_QUER_TRANSMITIR].
Você é um psicólogo criando material psicoeducativo para paciente. Escreva um texto sobre [TEMA] que o paciente vai ler entre as sessões. Abordagem terapêutica referência: [ABORDAGEM_TERAPEUTICA] Nível de linguagem: [NIVEL_DE_LETRAMENTO_DO_PACIENTE] O ponto central que quero que o paciente entenda: [PONTO_CENTRAL_QUE_VOCE_QUER_TRANSMITIR] O texto deve: - Começar com uma situação do cotidiano que o paciente reconhece (não com definição técnica) - Explicar o conceito de forma progressiva, do mais simples ao mais complexo - Usar exemplo concreto da vida real para cada ponto abstrato - Terminar com 2 a 3 perguntas de reflexão para o paciente responder antes da próxima sessão - Ter tom acolhedor, não didático nem clínico frio Máximo de 400 palavras. Sem jargão que o paciente não reconhece. Sem diagnóstico implícito no texto.
Quando usar: Quando você precisa encaminhar um paciente para psiquiatra, neurologista, médico clínico ou outro profissional de saúde.
O que preencher: Preencha: [PROFISSIONAL_DESTINATARIO] (especialidade), [DADOS_ANONIMIZADOS_DO_PACIENTE] (ex: adulto, 28 anos, sexo masculino), [MOTIVO_DO_ENCAMINHAMENTO], [HISTORICO_RELEVANTE_PARA_O_PROFISSIONAL] e [HIPOTESE_OU_PERGUNTA_CLINICA] (o que você quer que o outro profissional avalie).
Você é um assistente de escrita clínica para psicólogos. Rascunhe uma carta de encaminhamento para [PROFISSIONAL_DESTINATARIO] com base nas informações abaixo. Dados do paciente (anonimizados): [DADOS_ANONIMIZADOS_DO_PACIENTE] Motivo do encaminhamento: [MOTIVO_DO_ENCAMINHAMENTO] Histórico relevante: [HISTORICO_RELEVANTE_PARA_O_PROFISSIONAL] Hipótese ou pergunta clínica: [HIPOTESE_OU_PERGUNTA_CLINICA] A carta deve: - Identificar o psicólogo como autor (use [NOME_PSICOLOGO] e [CRP]) - Descrever o contexto de acompanhamento em 2 a 3 frases - Apresentar os achados clínicos relevantes para a avaliação solicitada - Formular claramente a pergunta ou hipótese para o profissional destinatário - Ser objetiva, máximo 250 palavras Será revisada e assinada pelo psicólogo antes do envio.
Quando usar: Quando você precisa comunicar orientações aos familiares de um paciente (especialmente crianças ou adolescentes) de forma clara e acolhedora.
O que preencher: Preencha: [PERFIL_DO_FAMILIAR] (pai/mãe, cônjuge, cuidador), [SITUACAO_DO_PACIENTE] (sem diagnóstico direto, descreva o que está sendo trabalhado), [ORIENTACOES_QUE_VOCE_QUER_TRANSMITIR] e [TOM_DESEJADO] (informativo, acolhedor, diretivo).
Você é um psicólogo escrevendo orientações para familiares de um paciente em acompanhamento. Escreva o texto abaixo para [PERFIL_DO_FAMILIAR]. Situação do paciente (sem diagnóstico explícito): [SITUACAO_DO_PACIENTE] Orientações a transmitir: [ORIENTACOES_QUE_VOCE_QUER_TRANSMITIR] Tom desejado: [TOM_DESEJADO] O texto deve: - Reconhecer o papel do familiar e a importância do apoio deles - Explicar o que está sendo trabalhado em linguagem acessível, sem jargão - Dar orientações práticas e concretas sobre como o familiar pode apoiar o processo - Indicar o que evitar (comportamentos que atrapalham mesmo com boa intenção) - Convidar para dúvidas ou para uma conversa, se necessário - Não revelar informações sigilosas do processo terapêutico Máximo de 300 palavras. Tom respeitoso, claro e acolhedor.
Quando usar: Quando você precisa redigir um laudo para finalidade específica (judicial, trabalhista, previdenciária ou educacional) com base em avaliação psicológica realizada.
O que preencher: Preencha: [FINALIDADE_DO_LAUDO] (ex: benefício INSS, guarda de filhos, capacidade para o trabalho), [INSTRUMENTOS_UTILIZADOS] (testes, entrevistas), [ACHADOS_DA_AVALIACAO] (resultados e observações clínicas relevantes) e [CONCLUSAO_TECNICA].
Você é um assistente de escrita clínica para psicólogos. Rascunhe um laudo psicológico para a finalidade indicada, com base nas informações abaixo. Finalidade do laudo: [FINALIDADE_DO_LAUDO] Instrumentos utilizados na avaliação: [INSTRUMENTOS_UTILIZADOS] Achados da avaliação: [ACHADOS_DA_AVALIACAO] Conclusão técnica do psicólogo: [CONCLUSAO_TECNICA] Estruture o laudo com: 1. Identificação do solicitante e finalidade 2. Identificação do avaliado (use [DADOS_ANONIMIZADOS]) 3. Procedimentos e instrumentos utilizados 4. Resultados e achados da avaliação (organizados por domínio: cognitivo, emocional, comportamental, conforme aplicável) 5. Síntese e conclusão técnica 6. Recomendações ou encaminhamentos pertinentes 7. Ressalvas sobre as limitações da avaliação (condições de coleta, colaboração do avaliado) Linguagem técnica e imparcial. O laudo será revisado, complementado e assinado pelo psicólogo antes de qualquer uso oficial.
Quando usar: Quando você precisa de um protocolo estruturado de manejo para uma situação de crise identificada durante o atendimento: ideação suicida, autolesão, dissociação ou crise de ansiedade aguda.
O que preencher: Preencha: [TIPO_DE_CRISE] (ideação suicida passiva/ativa, autolesão, dissociação, crise de pânico), [ABORDAGEM_TERAPEUTICA] e [NIVEL_DE_RISCO_AVALIADO] (baixo, moderado, alto).
Você é um supervisor clínico experiente em psicologia de crise. Forneça um protocolo de manejo para a situação abaixo. Tipo de crise: [TIPO_DE_CRISE] Abordagem terapêutica: [ABORDAGEM_TERAPEUTICA] Nível de risco avaliado pelo psicólogo: [NIVEL_DE_RISCO_AVALIADO] Estruture o protocolo em: 1. Primeiros 5 minutos: como acolher e estabilizar (o que dizer, o que evitar dizer, postura do terapeuta) 2. Avaliação de risco: perguntas diretas que devem ser feitas e o que fazer com cada resposta 3. Intervenção imediata: técnicas de regulação e contenção compatíveis com a abordagem 4. Definição de segurança: o que precisa acontecer antes de encerrar a sessão (plano de segurança, contato de suporte) 5. Próximos passos: quando encaminhar para pronto-socorro, como contatar familiar/rede de apoio, quando marcar retorno de urgência 6. Documentação: o que registrar no prontuário após a crise Lembrete: este protocolo é referência de apoio. O julgamento clínico e a responsabilidade são sempre do psicólogo.
Quando usar: Quando você precisa comunicar uma hipótese diagnóstica ou resultado de avaliação ao paciente de forma clara, acolhedora e que preserve a aliança terapêutica.
O que preencher: Preencha: [HIPOTESE_OU_RESULTADO] (ex: traços de transtorno de ansiedade generalizada, perfil cognitivo com indicadores de TDAH), [NIVEL_DE_CERTEZA] (hipótese inicial, diagnóstico confirmado após avaliação), [PREOCUPACOES_PREVISTAS_DO_PACIENTE] e [O_QUE_MUDA_NO_TRATAMENTO] com essa informação.
Você é um psicólogo experiente em comunicação diagnóstica. Ajude a estruturar como comunicar a hipótese abaixo ao paciente de forma clara, sem alarmar e preservando a aliança. Hipótese ou resultado: [HIPOTESE_OU_RESULTADO] Nível de certeza: [NIVEL_DE_CERTEZA] Preocupações que o paciente provavelmente vai ter: [PREOCUPACOES_PREVISTAS_DO_PACIENTE] O que muda no tratamento com essa informação: [O_QUE_MUDA_NO_TRATAMENTO] Escreva um roteiro de comunicação com: 1. Como abrir a conversa (contextualizar, não anunciar friamente) 2. Como apresentar a hipótese em linguagem acessível 3. O que explicar sobre o que significa e o que não significa esse resultado 4. Como responder às preocupações mais prováveis do paciente 5. Como conectar isso ao plano de tratamento e ao que vem a seguir 6. Como encerrar de forma que o paciente saia com clareza, não com ansiedade Tom: honesto, acolhedor, parceiro. Evitar: minimizar, alarmar ou usar jargão sem tradução.
Quando usar: Quando você precisa preparar o roteiro ou o material de uma sessão de grupo terapêutico com um tema específico.
O que preencher: Preencha: [TEMA_DA_SESSAO] (ex: autocuidado, comunicação assertiva, luto), [PERFIL_DO_GRUPO] (ex: adultos com transtornos de ansiedade, adolescentes, mulheres sobreviventes de violência), [DURACAO_DA_SESSAO] e [ABORDAGEM] (TCC em grupo, psicodrama, grupo de apoio).
Você é um psicólogo especialista em grupos terapêuticos. Crie o roteiro de uma sessão de grupo sobre [TEMA_DA_SESSAO] para o perfil indicado. Perfil do grupo: [PERFIL_DO_GRUPO] Duração da sessão: [DURACAO_DA_SESSAO] Abordagem: [ABORDAGEM] O roteiro deve conter: 1. Abertura (10% do tempo): como acolher o grupo, criar segurança psicológica e apresentar o tema 2. Aquecimento (15% do tempo): dinâmica ou questão inicial para engajar antes do conteúdo principal 3. Desenvolvimento (50% do tempo): conteúdo central do tema, com 1 a 2 atividades ou discussões estruturadas 4. Integração (15% do tempo): como ligar o que foi discutido à experiência de cada participante 5. Encerramento (10% do tempo): síntese do facilitador, tarefa entre sessões se aplicável, ritual de encerramento Para cada parte: o que o facilitador diz, o que os participantes fazem e como manejar resistências comuns.
Quando usar: Quando você precisa escrever um estudo de caso para supervisão clínica, publicação ou apresentação em grupo de estudos.
O que preencher: Preencha: [MOTIVO_DO_ESTUDO] (supervisão, publicação, grupo de estudos), [DADOS_ANONIMIZADOS] (perfil do caso sem identificação), [FORMULACAO_DO_CASO] (hipóteses sobre o que mantém e gera a demanda), [INTERVENCOES_REALIZADAS] e [EVOLUCAO_OBSERVADA].
Você é um assistente de escrita clínica para psicólogos. Estruture um estudo de caso clínico com base nas informações abaixo, adequado para [MOTIVO_DO_ESTUDO]. Dados do caso (anonimizados): [DADOS_ANONIMIZADOS] Formulação do caso: [FORMULACAO_DO_CASO] Intervenções realizadas: [INTERVENCOES_REALIZADAS] Evolução observada: [EVOLUCAO_OBSERVADA] Estruture o estudo de caso com: 1. Apresentação do caso: dados relevantes, motivo da busca, contexto 2. Formulação clínica: hipóteses sobre a manutenção e a origem da demanda 3. Objetivos terapêuticos e plano de intervenção 4. Processo terapêutico: sessões e intervenções principais, pontos de virada 5. Evolução e resultados: o que mudou e o que permanece como desafio 6. Discussão: o que esse caso ensina, questões abertas, aprendizados para a prática Linguagem técnica. Anonimização rigorosa. Será revisado antes de qualquer compartilhamento.
Quando usar: Quando você vai apresentar um caso em supervisão e quer organizar o material de forma clara para aproveitar ao máximo o tempo com o supervisor.
O que preencher: Preencha: [ASPECTO_DO_CASO_QUE_QUER_SUPERVISIONAR] (ex: impasse terapêutico, manejo de transferência, dúvida sobre diagnóstico), [FORMULACAO_ATUAL] (o que você já pensa sobre o caso), [O_QUE_JA_TENTOU] e [PERGUNTA_CENTRAL_PARA_O_SUPERVISOR].
Você é um assistente clínico para psicólogos. Ajude a estruturar a apresentação do caso abaixo para uma sessão de supervisão. Aspecto que quero supervisionar: [ASPECTO_DO_CASO_QUE_QUER_SUPERVISIONAR] Minha formulação atual: [FORMULACAO_ATUAL] O que já tentei: [O_QUE_JA_TENTOU] Pergunta central para o supervisor: [PERGUNTA_CENTRAL_PARA_O_SUPERVISOR] Estruture a apresentação para supervisão com: 1. Síntese do caso (máximo 100 palavras, só o essencial pro supervisor entender o contexto) 2. O aspecto específico que será supervisionado e por que agora 3. Minha formulação atual e as hipóteses que estou considerando 4. O que já tentei e o que observei como resultado 5. Dúvida ou impasse específico que precisa de orientação 6. A pergunta que quero que o supervisor responda Formato: objetivo, sem histórico excessivo. A supervisão é sobre o impasse atual, não sobre contar o caso todo.
O pack completo tem 60 prompts
O Pack Prompts IA para Marketing e Vendas tem 60 prompts em 6 categorias: copy, email, social media, anúncios, estratégia e vendas. Cada um testado e com campos para preencher. PDF pronto para usar hoje.
Pagamento único. PDF por email.
Funciona no ChatGPT, Claude, Gemini e qualquer IA. Garantia de 7 dias.
Não. Diagnóstico psicológico exige avaliação clínica direta, anamnese, observação do comportamento, aplicação de instrumentos padronizados e o julgamento de um profissional habilitado. A IA é uma ferramenta de escrita e organização: você fornece o conteúdo clínico e ela estrutura, redige e organiza. A responsabilidade diagnóstica é sempre do psicólogo registrado no CRP.
A responsabilidade pelo sigilo é do psicólogo. Antes de usar qualquer prompt com dados de um caso real, substitua todos os dados identificáveis (nome, CPF, endereço, datas específicas, nomes de familiares) por variáveis anônimas como [PACIENTE] ou [DADOS_ANONIMIZADOS]. Nunca cole prontuários ou laudos completos em ferramentas de IA sem anonimização prévia.
Sim. Os prompts têm campos para você especificar a sua abordagem (TCC, psicanálise, ACT, psicodrama, etc.) e a IA adapta o vocabulário e as técnicas sugeridas. Quanto mais específico você for no campo [ABORDAGEM_TERAPEUTICA], mais alinhada ao seu referencial será a resposta.
Escrever um relatório psicológico do zero leva de 1 a 2 horas; com o prompt, você tem o rascunho em 10 a 15 minutos e passa o tempo restante revisando e personalizando. Sintetizar uma anamnese leva 20 a 30 minutos; com o prompt, 5 minutos. Um psicólogo com 20 atendimentos por semana e documentação regular pode economizar de 3 a 5 horas semanais só no tempo de escrita.
Comece com esses 12 prompts. Se quiser todos os 60, o pack está disponível por R$ 27.
Do Claude instalado ao atendimento com IA: rotina, redes, vendas, sites e apps, com kits prontos para usar e o grupo no WhatsApp desde o primeiro dia.
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